sábado, 11 de abril de 2009

II ESTAÇÃO (JESUS CARREGA SUA CRUZ)

Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao Calvário ou Gólgotha ('lugar do crânio' em hebraico). A Cruz é um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte.

III ESTAÇÃO (JESUS CAI PELA PRIMEIRA VEZ)

Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem e ele cai. Com chicotes, os soldados que o escoltavam o forçam a se levantar.

IV ESTAÇÃO (JESUS ENCONTRA MARIA SUA MÃE)

Mãe e filho se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilharam até a cruz. Sua união era tão intimamente perfeita, que não tinham necessidade de falar, porque a única expressão residia nos seus corações

V ESTAÇÃO (JESUS RECEBE AJUDA DE SIMÃO)

Na verdade, Simão de Cireneu foi obrigado a carregar a cruz. Ele vinha passando, quando recebeu dos soldados a ordem de ajudar, Jesus tinha que permanecer vivo até a crucificação.

VI ESTAÇÃO (VERÔNICA ENCHUGA A FACE DE JESUS)

Uma mulher que assistia à passagem de Jesus decide limpar a sua face tingida de sangue. O pano usado por Verônica teria ficado gravado com a imagem do rosto de Cristo.

VII ESTAÇÃO (JESUS CAI PELA SEGUNDA VEZ)

Jesus sabia que iria enfrentar um cruel sofrimento. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava cansado e abatido. Ele caminhava com dificuldade e mais uma vez tropeçou e caiu.

VII ESTAÇÃO (JESUS FALA AS MULHERES DE JERUSALÉM)

Já próximo do Monte Calvário, Jesus esquece sua dor para abrir o coração e consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o seu sofrimento.


IX ESTAÇÃO (JESUS CAI PELA TERCEIRA VEZ)

Aproxima-se o fim da Via Crucis, com a última queda de Jesus, a terceira de três quedas. Jesus chega ao Calvário. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel, mas ele não quis beber.

X ESTAÇÃO (JESUS É DESPOJADO DE SUAS VESTES)

Os soldados tomaram as roupas e as sortearam entre eles, cumprindo assim, as profecias antigas que descreviam esse episódio.

XI ESTAÇÃO (JESUS É PREGADO NA CRUZ)

Jesus é crucificado. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés. A cruz é erguida, e o Cristo fica suspenso entre o céu e a terra. Agora, ele está definitivamente pregado à cruz.

XII ESTAÇÃO (JESUS MORRE NA CRUZ)

Com o Sol eclipsado, Jesus gritou do alto da cruz: 'Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito. Agora, estou contigo'. Baixou a cabeça e morreu.

XIII ESTAÇÃO (JESUS É RETIRADO DA CRUZ)

Depois de pedir autorização a Pilatos, José de Arimatéia e Nicodemos compraram um lençol de linho branco e tiras de pano, e retiraram o corpo de Jesus da cruz. Maria, sua mãe, o recebeu em seus braços.

XIV ESTAÇÃO (JESUS É SEPULTADO)

José de Arimatéia, Nicodemos e alguns apóstolos tomaram o corpo de Jesus, envolveram-no com um lençol de linho e o deitaram numa saliência na rocha em forma de cama. Então fecharam a entrada com uma grande pedra.

XV ESTAÇÃO (A RESSURREIÇÃO)

No domingo, as mulheres que foram ao túmulo o encontraram vazio. Viram dois homens com vestes claras e brilhantes que lhes perguntaram: "Por que procuram entre os mortos, quem está vivo? Ele não está aqui, mas ressuscitou".

SILVANICE Á VOCÊ UM AGRADECIMENTO ESPECIAL

Grande responsável por todo esse evento, o nosso agradecimento em nome de todos que fazem a Escola Emília Freitas. Ela é a Diretora desse grupo de teatro, todos os figurantes são alunos do Instituto São José que vieram realizar esse teatro na Rua Coronel Alexanzito para que nossos alunos pudessem ter idéia do quanto Jesus sofreu por nós.

AGRADECEMOS AOS ALUNOS DO INSTITUTO SÃO JOSÉ PELO BELISSIMO TRABALHO


ISA CAJAZEIRAS DIRETORA DA ESCOLA EMÍLIA FREITAS AGRADECENDO A DIRETORA DO INSTITUTO SÃO JOSÉ

AGRADECEMOS A DIRETORA DO INSTITUTO SÃO JOSÉ

Obrigada Irmã Rosalie, por colaborar na realização de tão grandioso momento. o Senhor ser´pa a recompensa de total desprendimentop renovando-lhe a coragem, a perseverança e a fortaleza a cada passo de sua caminhada entre nós. a consideramos uma dádiva inigualável por trabalhar pelo bem comum e dividir com os outros as alegrias de sua MISSÃO.

"Por isso devemos serví-lo com respeito sem levar em consideração seu car[ater e seus defeitos. E devemos amá-los". (Luiza de Marilac)